null Skip to main content

✨ Buy more, save 5% Ends

A Nave Que Te Levou Para Longe: Poemas (Portuguese Edition)

A Nave Que Te Levou Para Longe: Poemas (Portuguese Edition)

$13.21
New condition
(No reviews yet) Write a Review
Physical book delivery

Shipping calculated at checkout.

Estimated delivery
Adding to cart… The item has been added
Product Details
Author:
Marcos Avelino Martins
Publisher:
Independently published
Publication Date:
Jun 29, 2019
Number of pages:
111 pages
Language:
Portuguese
Binding:
Paperback
ISBN-10:
1073058891
ISBN-13:
9781073058891

Overview

54? livro do autor de: 1. OS OCEANOS ENTRE N?S 2. P?SSARO APEDREJADO 3. CABR?LIA 4. NUNCA TE VI, MAS NUNCA TE ESQUECI 5. SOB O OLHAR DE NETUNO 6. O TEMPO QUE SE FOI DE REPENTE 7. MEM?RIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO 8. AT? A ?LTIMA GOTA DE SANGUE 9. EROTIQUE 10. N?O ME LEMBREI DE ESQUECER DE VOC? 11. AT? QUE A ?LTIMA ESTRELA SE APAGUE 12. EROTIQUE 2 13. A CHUVA QUE A NOITE N?O VIU 14. A IMENSID?O DE SUA AUS?NCIA 15. SIM?TRICAS û 200 SONETOS (OU COISA PARECIDA) DE AMOR (OU COISA PARECIDAö) 16. AS VEREDAS ONDE O MEU OLHAR SE PERDEU 17. A MAGIA QUE SE DESFEZ NA NOITE 18. QUAL ? O SEGREDO PARA VIVER SEM VOC?? 19. OS TRA?OS DE VOC? 20. STRADIVARIUS 21. OS SEGREDOS QUE ESCONDES NO OLHAR 22. AT? SECAREM AS ?LTIMAS L?GRIMAS 23. EROTIQUE 3 24. OS POEMAS QUE JAMAIS ESCREVI 25. TUA AUS?NCIA, QUE ME D?I TANTO 26. OS DRAG?ES QUE NOS SEPARAM 27. O VENTO QUE NA JANELA SOPRAVA 28. EROTIQUE 4 29. A NOITE QUE N?O TERMINOU NUNCA MAIS 30. AS HORAS QUE FALTAM PARA TE VER 31. OLYMPUS: LIVRO 1 û EROS (1¬ PARTE) 32. OLYMPUS: LIVRO 1 û EROS (2¬ PARTE) 33. NO AR RAREFEITO DAS MONTANHAS 34. VOC? SE FOI, MAS EST? AQUI 35. O AMOR QUE SE FOI E N?O VOLTOU 36. OS V?US DA NOITE 37. OLYMPUS: LIVRO II - ARES, ARTHEMIS, ATHENA, CHRONOS, HADES, MORPHEUS E POSEIDON 38. MADRUGADAS DE SEDU??O 39. O LUAR QUE EM TEUS OLHOS HABITA 40. QUANDO SUA AUS?NCIA ERA TUDO QUE HAVIA (contos e cr?nicas) 41. ESSA SAUDADE QUE N?O QUER IR EMBORA 42. OLYMPUS: LIVRO 1 û EROS (3¬ PARTE) 43. UM ?LTIMO BEIJO EM PARIS 44. OLYMPUS: LIVRO III û APHRODITE, APOLLO, EREBUS, GAIA, HERA E ZEUS 45. DE QUAL SONHO MEU VOC? FUGIU? 46. O LABIRINTO NO FIM DO POEMA 47. CAD? O AMOR QUE ESTAVA AQUI? 48. OS RIOS QUE FOGEM DO MAR 49. ?LTIMOS VERSOS PARA UM PERDIDO AMOR 50. OLYMPUS: LIVRO IV û PANTHEON 51. AH, POESIA, O QUE FIZESTE? 52. UM VERSO SUICIDA 53. ELA SE FOI, E NEM DEIXOU MENSAGEM Alguns trechos: ôPor onde estiveres, meu amor te acompanha, / Em algum rinc?o dessa Galßxia imensa, / Mesmo em alguma estrela estranha, / Sentirßs contigo a minha presen?a!ö ôTalvez um dia / Quando eu jß houver partido / Voc? descubra os poemas proscritos / Onde lhe revelo todo o amor que sentia / Por esses versos frßgeis vertido / Nos doces sentimentos por voc? ali descritos...ö ôOnde foi que voc? trancou / A sete chaves o que jß era seu, / Para onde foi a alegria que me arrancou, / Trocada por essa noite coberta de breu?ö ôEstou enclausurado numa torre de marfim, / Da qual voc? guarda a ·nica chave, / O manche para conduzir minha nave / Pelo espa?o sem fim de seus bra?os, / Dividindo com voc? meus espa?os, / Cada vez mais profundos, / Onde navego em seus mundos,ö ôEm nossas noites de vinhos e queijos, / Provocas risos com teus casos engra?ados, / E depois me enlouqueces com teus beijos, / E incendiamos a noite com nossos corpos colados!ö ôComo pode acontecer algo assim? / S? pode ter sido um milagre, / Para esse anjo passar t?o perto de mim, / Cheio de sonhos, esperando algo que os deflagre!ö ôAmar n?o devia ser t?o perigoso, / E nem nos torturar desse jeito, / Subjugando-nos como uma alma penada, / Jogando-nos num limbo pavoroso, / Um torniquete a comprimir nosso peito, / A nos assombrar at? o fim da estrada...ö ôTudo o que baga?o ? por ti, meu amor, / Nesse raminho juntos que tra?amos, / Sob a desprote??o desse amor imenso, / Nesse roteiro prefeito do qual sou o autor!ö ôEstou por aqui, sem promessas, / Caminhando com voc? lado a lado, / Juntando em sil?ncio as pe?as / De seu gigantesco quebra-cabe?a, / Que seguirß me torturando, / Esperando que algo aconte?a,ö ôSerß que acabarei indo parar num hospital? / Se for, quantos dias precisarei ficar internado, / Indefeso numa cama onde voc? n?o estß, / Quanto tempo levarß para voltar ao normal, / Serß que algum dia poderei ser curado / Desse mal que torna sua aus?ncia tudo o que hß?ö ôAo fim de mais uma madrugada insone, / Rolando de um lado para o outro na cama, / Esperando inutilmente tocar o maldito telefone / Inerme e silencioso, que quase nunca me chama, / Exceto para me cobrarem pelo que n?o devo,ö ôPor isto, declaro-me por fim derrotado, / E atiro em teu canto do ringue a toalha, / N?o me verßs mais aqui prostrado, / Desisto de escalar tua imensa muralha!ö ôQuando pela primeira vez eu te vi, / Teu sorriso invadiu meu castelo, / Derrubando fossos e muralhas, / E indefeso, ent?o eu me ofereci / Para defender o teu corpo t?o belo / Contra todas as espadas e navalhas.ö ôVendi um pouco do amor que n?o tenho, / E entreguei apenas uma parte, / Pois do lugar de onde n?o venho, / Enganar ? uma forma de arte.ö ôXingas at? a minha pobre cachorra, / Quando a v?s passar, toda meiga, / Por que parece que queres que eu morra, / Enquanto te derretes como manteiga?ö ôEsse teu olhar me aprisiona / Dentro de tuas masmorras, / E exige que sejas minha dona / E minhas veredas percorras.ö ôE revelasses que eras tu, entre tantas, / Que irias despertar os sorrisos com que te encantas, / Ali reprimidos, esperando que algu?m tocasse / Com um olhar apenas aquele fogo na face, / Que em um instante inesperado se revela, / Quando surge da forma mais bela, / Puro, inocente, apenas uma crisßlida, / Despertada da maneira mais cßlida / Por um t?o aguardado olhar sedutor, / Para se tornar a borboleta que chamam de amor...ö ôColocou a pasta do notebook no ombro, / E foi quando notou que sua cachorra querida / Olhava-o, no sofß da sala, com assombro, / E em seus olhos tristes, notou que ela sentia, / Com a certeza de sempre, sem explica??o, / Que aquele seria mesmo o seu ·ltimo dia, / E que nunca mais lhe daria carinhos nem ra??o...ö ôNessa sinistra ciranda, / Parece que a vida espera que eu aprenda / Como me livrar dessa tristeza infinda, / O amor com minha solid?o tirando onda, / Nessa desilus?o t?o profunda!ö ôO que foi que nos aconteceu, / Como deixamos chegar nesse estßgio? / Como foi que tanto amor se perdeu, / Quem se salvarß do naufrßgio?ö ôPor que serß t?o dif?cil / Viver simplesmente em paz, / Sem o sangue que escorre pelo orif?cio / Do punhal que lhe cravaram por trßs?ö ôAinda a quero, / E pacientemente espero / Que saia de sua toca, / Onde seu desejo sufoca, / Sem deixß-lo aflorar, / Como um rio distante do mar, / Uma pintura barroca / Que sufoca sua boca, / De meus beijos reprimida, / Nesse simulacro de vidaö ôN?o sabia do que ?ramos capazes / No amor que durou poucos meses / E deixou essas infames cicatrizes / Depois que se calaram nossas vozes / Porque agora n?o mais me seduzesö ôColoque uma pitada de perd?o / Bem na ponta de seu dedo / Ou sairei correndo pelo port?o / Para n?o lhe revelar meu segredoö ôQuando estou nessas crises de tristeza, / Nem a Poesia consegue me libertar delas, / Ignoro at? os presentes dados pela Natureza / Que p?e em meu caminho as coisas mais belas!ö ôTeus olhos s?o um risco de luz, / Atravessando todos os universos, / E a eles docemente me conduz / O amor transformado nesses versos.ö ôEla me ouviu dando risada, / E quis saber, brincando, se o motivo dessa alegria / Tinha alguma coisa de seu! / Respondi: queria que fosse por voc? provocada, / Como quis at? ontem, em cada dia, / S? que nunca aconteceu! / Mas foi s? um beijo apaixonado e ardente / Que a noite me deu de presente...ö ôComo assim, se ainda ontem me jurava amor, / E dizia que nunca me abandonaria, / Enquanto nos amßvamos sem qualquer pudor, / E em seu corpo o ?xtase explodia, / Entre beijos e abra?os insanos, / Em mais uma noite encantada como tantas, / Como se n?o f?ssemos apenas humanos, / Mas deuses em atividades quase santas?ö ôNunca te disse o quanto me encantas, / E sonho em juntar nossas l?nguas sedentas, / Para fazer com que por horas sintas / Todo o prazer que nunca me contas, / E responder o que n?o me perguntas...ö ôDe meus olhos uma Fßtima escondida rolou, / Mas disfarcei que era s? um Francisco, / Ficou Carlos que ela imediatamente notou, / Mas eu n?o Abadia correr nenhum risco!ö ôQuando me livrei de teu infinito desprezo, / Num sentimento de liberdade que se agiganta, / Soltei o grito que hß tanto tempo estava preso, / Acorrentado ?s cordas vocais em minha garganta!ö ôDisse-lhe tudo o que n?o devia, / Sem pensar em machucß-la, / Mas era tudo o que eu queria, / Antes que me atingisse sua bala!ö ôEm teu beijo doce encontro paz / E inspira??o para meus versos, / Pois todo esse carinho que me dßs / Anima-me a atravessar dias perversos.ö ôEu me perco em explorar teu vulc?o / E o n?ctar dos deuses que dele brota, / E, ouvindo os teus gritos de paix?o, / Minha inspira??o arde e nunca se esgota!ö ôNas ru?nas de Notre Dame, / Dois fantasmas choram! / Quas?modo e Esmeralda / N?o seguram as lßgrimas / Com o teto desabado, / Cinzas por todos os lados, / Pinturas queimadas, / Vitrais destru?dos, / Tesouros que se perderam, / Rel?quias crist?s jogadas aos le?es, / Um monumento que sangra, / Como sangramos todos n?s / De tristeza e desola??o!ö ôEsse vulto que no espelho me espreita / Parece comigo, mas n?o sou eu! / ? igual a quem em minha cama se deita, / Mas ? um espectro com o corpo que ? meu.ö ôUm dia, eu lhe fiz uma homessa / De amß-la por toda a brida, / Mas pomo cumprir algo como essa / Inven??o t?o descabida?ö ôAqueles teus olhares demolidores / Convidavam-me para uma aventura, / E aqueles sorrisos devastadores / Convidavam-me para uma loucura! / Mas n?o passou de um pren·ncio, / Nunca chegamos ao finalmente, / E terminou sem qualquer an·ncio, / Deixando esse vazio em minha mente!ö ôAlgumas palavras soltam cometas / Que navegam pelo c?u da boca / Revolucionam ?rbitas de planetas / E viram letras de uma m·sica barrocaö ôQuanto tempo conseguirei resistir / Antes de para teus bra?os ser arrastado? / At? quais profundezas deverei submergir / Para em teu corpo n?o ficar naufragado?ö ôE ent?o, virei essa sombra noturna, / A atravessar esses dias cinzentos / E a destilar essa Poesia soturna, / Dom Quixote lutando com seus cata-ventos...ö ôFugi para muito al?m de mim, / Onde o espelho me sorria, / Longe dessas estradas sem fim, / Onde a solid?o n?o me ouvia...ö ôUm amor novo ? um espetßculo, / Mas, depois de um quarto de s?culo, / Pode se tornar pequeno e rid?culo, / At? ser necessßrio um bin?culo / Para v?-lo, pois se torna min·sculo!ö ôFurei os botes salva-vidas, / E a ?ncora joguei no fundo do mar, / E minhas lßgrimas fugidas / Espalhei entre as nuvens a passar... / Depois, nunca mais eu te vi, / Nem mesmo em fotografias, / E nada me restou de ti, / Exceto essas noites sombrias...ö ôE nessas guerras civis / Evocam-se deuses antigos: / Odin, H?rus, Ares ou Marte, / Que s? querem aumentar suas tropas, / E fizeram da guerra uma est·pida arte, / Reis de espadas matam a dama de copas, / E decepam as cabe?as inimigas, / Explodem templos cheios de fi?is / Como se n?o passassem de formigas,ö ôQue tortura ? esta que me aplicas / De ficares assim t?o distante? / Por que chegas mas n?o ficas / Por mais de um mero instante?ö ôSeparamo-nos, sem palavras e afogueados, / E voc? me olhou, desse jeito t?o puro, / Um brilho no olhar como hß muito n?o via, / Deixando-o ainda mais cheio de encanto... / Ent?o nos entreolhamos, perplexos e ruborizados, / Voc? a me encarar, com um sorriso inseguro, / Porque a amizade entre n?s era tudo que havia, / E perguntou, suavemente: por que demorou tanto?ö ôEssa lßgrima que voc? viu rolar / N?o ? minha, n?o foi de mim que saiu, / Deve ter sido mandada por esse luar / Lindo assim, como nunca se viu! / A tristeza que voc? pressente / N?o ? minha, algu?m a plantou, / Mas fica por a?, toda saliente, / Como se fizesse parte do meu show!ö ôAssim ? a vida, faz jorrar / Um milagre que n?o se espera, / E de onde n?o deveria brotar / A flor da mais linda quimera...ö ôSometimes in the night / I dream of you, / IÆm your armour knight / In our castle so true. / Sometimes when IÆm waked / I follow dreaming of you, / And there youÆre are naked / With your eyes of blue.ö
  • | Author: Marcos Avelino Martins
  • | Publisher: Independently published
  • | Publication Date: Jun 29, 2019
  • | Number of Pages: 111 pages
  • | Language: Portuguese
  • | Binding: Paperback
  • | ISBN-10: 1073058891
  • | ISBN-13: 9781073058891

Reviews

0 Reviews

Write a Review

No reviews yet.

Share your experience and help another reader choose their next book.

Discover your next great book

Get new releases, reader favourites, and special offers delivered to your inbox.